Aos queridos leitores:
Hoje, dia 28/05/2015 às 20:30 estarei no programa Inter CJC na TV RIT num bate papo a respeito do tema:
"Passei dos 30 e não casei! E aí? Fiquei para titia?"
Bem peculiar, não?! rsrsrsrsrs
Para quem não tiver assinatura da " Nossa TV " assistam pelo site ao vivo:
www.canalcjc.com.br
Para quem não conseguiu assistir, segue os links dos três blocos do Programa no You Tube:
https://www.youtube.com/watch?v=o8O5XuJ0A_I
https://www.youtube.com/watch?v=BoTpzCEwQm4
https://www.youtube.com/watch?v=wwKzvJAE50A
Esta foi minha segunda (das seis participações) no programa. Assim que a emissora me enviar a gravação dos demais, postarei aqui.
P.S.: Somente está sendo possível assistir via computador de um modo geral. Tablets, e celulares em geral a transmissão está vetada.
Não percam! :)
Acolá, aqui, um pouco de tudo...Um tantinho de mim...Afora os segredos.
quinta-feira, 28 de maio de 2015
quinta-feira, 21 de maio de 2015
Resenha a respeito do livro Bíblico Apocalipse, em obediência ao orientado pelo meu Querido
Senhor, Autor da minha vida, Razão do meu respirar: Senhor Jesus. (Em
construção)
“João, apóstolo de Jesus Cristo, usado por Deus para
escrever o que em breve há de ocorrer.”
Por misericórdia em mais uma das inúmeras demonstrações de
amor para com a humanidade, Jesus, toma como instrumento seu servo João, a fim de,
através deste servo, possibilitar à
revelação em detrimento de
acontecimentos futuros, pareando Juízo Eterno na dicotomia Vida eterna X
Morte eterna . Como se dará a expectação da vinda de Cristo como Juiz?
Além da magnitude descrita por João a respeito da voz e da
aparência do Filho de Deus andando dentre os 7 candeeiros de ouro ,tais quais,
presenciadas por ele na revelação do livro de Apocalipse, como primeiro
episódio há na narrativa a advertência de Cristo na passagem em que,
Jesus passa a falar em primeira pessoa com seu leitor. Desta forma,
vinculando-o ao fato deste leitor ter deixado o “Primeiro amor”.
Tal advertência se traduz em uma demonstração de amor da parte de Cristo em preocupar-se, pelos
Seus, a fim de exortar os servos ao arrependimento, ao tempo que , em paralelo,
institui uma prerrogativa à consequência dos servos em caso de desobediência.
Na leitura da passagem Bíblica, em todo o tempo temos a
dialética Justo Juiz X Pai de amor como parte do caráter de Cristo. Outra prova
desta afirmação no que tange ao Amor de Cristo, é o livro em si de Apocalipse,
que se traduz na vontade de Deus em alertar aos filhos em como procederá como
Justo Juiz.
No capítulo 2 dos versículos 1 ao 5, Jesus enumera de
maneira positiva as obras, os trabalhos, as perseveranças e os sofrimentos de,
creio, determinado grupo de servos de maneira grandiosa, chegando a elogiar sutilmente
a cada uma das obras realizadas. Contudo, Ele prossegue a narrativa com uma
grande exortação:
“Tenho, porém, contra
ti que deixaste o teu primeiro amor.”
Deus não almeja somente que seus filhos executem grandes
trabalhos, mesmo que por estes trabalhos advenham grandes resultados para o Seu
Reino. Deus quer usar ao homem como instrumento de valor em sua igreja, mas,
Deus não depende disto para que a propagação do evangelho seja realizada. Há o
livre arbítrio. Se o Homem diz não ao chamado, outro será levantado. Também não precisa que somente haja a
perseverança associada aos esforços para suportar aos maus apóstolos,
mentirosos. O Senhor vê o simples ao
mesmo tempo, primordial: O primeiro amor. Sob esta importância Ele ordena:
“Lembra-te,
pois , doente caíste, arrepende-te e pratica às primeiras obras;
Deus chama Seu servo ao esforço pelo “simples”.
O primeiro amor. Aquele, cujo, geralmente, recebemos em
nossos primeiros passos no Caminho Eterno.
Em resumo, normalmente, ao aceitarmos ao Senhor Jesus
Cristo, reconhecemos que Ele é o Senhor, o filho de Deus, Exclusivo Pontífice
entre o homem e Deus. Entendemos o significado da Vida Eterna.
(Por referências a estas afirmações)
Este primeiro Amor também pode ser semeado, cultivado e
desabrochado nos primeiros passos da leitura da palavra de Deus. A vida contida
na Palavra, que é Jesus, é penetrante tal qual espada de dois gumes, que
reconhece a divisão das juntas e medulas. O primeiro amor pode ser
caracterizado em atos, sejam eles: De fé, de amor, o sentir-se transformado, a
identificação do homem em sua auto averiguação de ego, em que não mais pratica
obras contrárias ao estabelecido na palavra de Deus, antes, tem prazer e
fazer-se nulo e em obedecer a cada preceito contido na Bíblia.
Por qual motivo Deus enumeraria predicados de tão grande
importância em determinado grupo de servos, como o fez nos versículos 2 e 3 do
capítulo 2, e em seguida, invalidaria-os pela ausência de um atributo? Qual a
importância do primeiro amor neste contexto, em que, ainda que servos preciosos
na seara fossem caracterizados por predicados incontestavelmente importantes auto
anulam esses valores na ausência do primeiro amor?
Uma reflexão:
Leia 1 Coríntios 1 ao 13
Assim como há na passagem explicitada de Apocalipse, nesta
passagem de Coríntios, novamente temos a enumeração de atributos
grandiosos honrosos com a sucessiva
invalidação destes no caso de não ter amor.
Tais atributos não são plenos. O amor é pleno.
Por qual motivo Deus enumera tantos predicados e num só faz
com que a carga semântica contida nos enumerados seja anulada na seguinte
afirmação “Sem amor, para nada isto vale!”?
Outra reflexão:
Como nós, que somos igreja, temos nossos diversos cargos e
estamos nela há tantos anos, estamos tratando/lidando com o primeiro amor dos
novos membros?
A resposta para as duas primeiras reflexões é simples.
Cada enumeração dada por Cristo nos atos destes servos,
digamos, incompletos, não equivalem ao amor, enfatizando, estes atos, por mais
grandiosos que pareçam ser, podem se quer conter amor. Podemos ter grandes
ministros na palavra, no louvor, no evangelismo, no teatro, mas, como estes
integrantes tratam aqueles que não lhe oferecem vantagem em âmbitos diversos?
Sejamos práticos com interrogatório direto: Como você
ministro em geral, líder da dança, teatro,louvor, etc trata com:
O mendigo que cruza seu caminho pela manhã na calçada de sua
rua?
O irmão pobre e desarrumado de sua igreja?
Ao jovem de aparência nada atraente que te pede informações?
Ao jovem de aparência nada atrativa que sequer tem coragem
de se apresentar a você e aos demais jovens por temor?
Ao novo convertido empolgado pelo primeiro amor?
Ao necessitado, desempregado, que precisa de ajuda e você,
podendo fazê-lo como reage?
Como trata ao seu porteiro?
Ao faxineiro do prédio?
Aos seus colegas de faculdade, por mais incrédulos que
sejam?
Aos seus vizinhos?
Quem você é quando nínguem o vê?
Quem você é quando seus pais o vê?
Como você trata aos idosos da igreja?
Como você trata aos seus pais?
terça-feira, 12 de maio de 2015
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