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segunda-feira, 13 de julho de 2015


Olá, queridos leitores!!

Como vocês estão? Pois bem, após um trilhão e quinhentos milhões (por extenso é mais fácil!) sem escrever-lhes, estou eu aqui novamente. Que saudadeeeeeesssss!!!!!!!
Galera, confesso-lhes que não estou inspirada ha dias, meses para escrever...Portanto, vou chamar à "crônica" de hoje de "Bate papo informal", pois, aqui não haverá preocupação com a norma culta e afins (ok, revisores e fofoqueiros acadêmicos?).
Estou refletindo um tantinho sobre as curvas que temos sob a longa estrada chamada vida. Como somos surpreendidos por este louco atroz chamado amor e suas interações!
Me ponho a pensar...e pensar...(me torno quase Platão de tanto pensar...rs!) se algum dia amei de verdade?
E você? Já pensou sobre? Já amou de verdade? Sentiu que era "isso" e ponto?
Beleza! Se sua resposta for sim, eu já começo com uma interrogação a você: Se já amou por qual motivo, razão ou circunstância este verbo encontra-se no tempo pretérito e não no infinitivo presente?!
Pera lá!!! Se é AMOR não tem fim e ponto final. "O amor jamais acaba", "tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta". Não é mesmo?!
Por estas, dentre outras citações bíblicas que tomo por base em minha vida, ensinamentos dados pelos meus pais e discernimento geral deste tema, tenho este conceito fechado sobre o amor.
Se pararmos para uma certa análise superficial congênita do "amor" temos diversos conceitos, mas, como "todas as coisas me são lícitas, contudo, nem todas me convém", eu opto pela base bíblica, manual de instruções de vida legado pelo nosso Deus, (obrigada, Pai!).
Já ouvi que o amor é uma decisão, porém consistiria somente nisto? Creio que atrelado a outras coisas, tais como a paixão inicial, sim! Pois, começa-se a amar a partir da amizade, que vira paixão e evolui para o amor em sua completude, que consubstancia-se atrelado a uma linha de tempo infinita, que é o amor em si, mas com picos de paixão, e baixas de tensão (rimei!rs), que faz parte da manutenção do sentimento. (Profundo!rs!) 
A você que tem como resposta o "Não" para minha questão, espere em Deus sem forçar nada, ok? ok!
O amor é verdadeiro quando é eterno. Quando alguém está disposto a estar com outrem conhecendo grande parte de seus defeitos. Quando se está mais pré disposto a fazer este outrem feliz não buscando os próprios interesses. O amor pode ser tão discreto que só o percebemos quando, por algum motivo, o ser amado está longe. Ou isso tudo pode ser somente uma grande confusão...
De uma coisa tenho certeza: Quando for amor de verdade, você irá saber. E se tiver esta certeza hoje, não deixe passar, pois, o que é a vida? Um vento que passa tão rápido e da meninice à velhice é tão de repente...

Bem galerinha de meu heart, esses são somente alguns dos fragmentos do que penso sobre o assunto...Para lhes escrever tuuuuudooo o que vai aqui na minha cadeia pensante (rs!) precisaria de tempo...E hj preciso entregar dois seminários e um capítulo de monografia (chorando! :'(  ). Mas, prometo-lhes voltar aqui e externar na escrita tim tim por tim tim mais sobre o mesmo assunto! 

Ah, agora, pela manhã, encontrei uma frase grafada por mim numa folha qualquer de um de meus 350.000 cadernos de anotações que ouvi em algum filme que vi, porém não lembro o nome (e certamente adorei o enredo). Vejam abaixo.
Lá vai:
"O amor não é uma grande coisa, mas sim um milhão de pequenas coisas que são importantes."

Fiquem com Deus, etreguem a Ele seus corações, pois no tempo determinado tudo discorrerá de maneira segura e eterna.

Beijos da Lira!


quinta-feira, 28 de maio de 2015

Aos queridos leitores:


Hoje, dia 28/05/2015 às 20:30 estarei no programa Inter CJC na TV RIT num bate papo a respeito do tema:

"Passei dos 30 e não casei! E aí? Fiquei para titia?"

Bem peculiar, não?! rsrsrsrsrs

Para quem não tiver assinatura da " Nossa TV " assistam pelo site ao vivo:

www.canalcjc.com.br

Para quem não conseguiu assistir, segue os links dos três blocos do Programa no You Tube:

https://www.youtube.com/watch?v=o8O5XuJ0A_I
https://www.youtube.com/watch?v=BoTpzCEwQm4
https://www.youtube.com/watch?v=wwKzvJAE50A

Esta foi minha segunda (das seis participações) no programa. Assim que a emissora me enviar a gravação dos demais, postarei aqui.

P.S.: Somente está sendo possível assistir via computador de um modo geral. Tablets, e celulares em geral a transmissão está vetada.


Não percam! :)

quinta-feira, 21 de maio de 2015


Resenha a respeito do livro Bíblico Apocalipse,  em obediência ao orientado pelo meu Querido Senhor, Autor da minha vida, Razão do meu respirar: Senhor Jesus. (Em construção)

“João, apóstolo de Jesus Cristo, usado por Deus para escrever o que em breve há de ocorrer.”
Por misericórdia em mais uma das inúmeras demonstrações de amor para com a humanidade, Jesus, toma como instrumento seu servo João, a fim de, através deste servo, possibilitar à  revelação em detrimento de  acontecimentos futuros, pareando Juízo Eterno na dicotomia Vida eterna X Morte eterna . Como se dará a expectação da vinda de Cristo como Juiz?
Além da magnitude descrita por João a respeito da voz e da aparência do Filho de Deus andando dentre os 7 candeeiros de ouro ,tais quais, presenciadas por ele na revelação do livro de Apocalipse, como primeiro episódio  há na narrativa  a advertência de Cristo na passagem em que, Jesus passa a falar em primeira pessoa com seu leitor. Desta forma, vinculando-o ao fato deste leitor ter deixado o “Primeiro amor”.
Tal advertência se traduz em uma demonstração de amor  da parte de Cristo em preocupar-se, pelos Seus, a fim de exortar os servos ao arrependimento, ao tempo que , em paralelo, institui uma prerrogativa à consequência dos servos em caso de desobediência.
Na leitura da passagem Bíblica, em todo o tempo temos a dialética Justo Juiz X Pai de amor como parte do caráter de Cristo. Outra prova desta afirmação no que tange ao Amor de Cristo, é o livro em si de Apocalipse, que se traduz na vontade de Deus em alertar aos filhos em como procederá como Justo Juiz.
No capítulo 2 dos versículos 1 ao 5, Jesus enumera de maneira positiva as obras, os trabalhos, as perseveranças e os sofrimentos de, creio, determinado grupo de servos de maneira grandiosa, chegando a elogiar sutilmente a cada uma das obras realizadas. Contudo, Ele prossegue a narrativa com uma grande exortação:
“Tenho, porém, contra ti que deixaste o teu primeiro amor.”
Deus não almeja somente que seus filhos executem grandes trabalhos, mesmo que por estes trabalhos advenham grandes resultados para o Seu Reino. Deus quer usar ao homem como instrumento de valor em sua igreja, mas, Deus não depende disto para que a propagação do evangelho seja realizada. Há o livre arbítrio. Se o Homem diz não ao chamado, outro será levantado.  Também não precisa que somente haja a perseverança associada aos esforços para suportar aos maus apóstolos, mentirosos. O Senhor  vê o simples ao mesmo tempo, primordial: O primeiro amor. Sob esta importância Ele ordena:
Lembra-te, pois , doente caíste, arrepende-te e pratica às primeiras obras;
Deus chama Seu servo ao esforço pelo “simples”.
O primeiro amor. Aquele, cujo, geralmente, recebemos em nossos primeiros passos no Caminho Eterno.
Em resumo, normalmente, ao aceitarmos ao Senhor Jesus Cristo, reconhecemos que Ele é o Senhor, o filho de Deus, Exclusivo Pontífice entre o homem e Deus. Entendemos o significado da Vida Eterna.
(Por referências a estas afirmações)
Este primeiro Amor também pode ser semeado, cultivado e desabrochado nos primeiros passos da leitura da palavra de Deus. A vida contida na Palavra, que é Jesus, é penetrante tal qual espada de dois gumes, que reconhece a divisão das juntas e medulas. O primeiro amor pode ser caracterizado em atos, sejam eles: De fé, de amor, o sentir-se transformado, a identificação do homem em sua auto averiguação de ego, em que não mais pratica obras contrárias ao estabelecido na palavra de Deus, antes, tem prazer e fazer-se nulo e em obedecer a cada preceito contido na Bíblia.
Por qual motivo Deus enumeraria predicados de tão grande importância em determinado grupo de servos, como o fez nos versículos 2 e 3 do capítulo 2, e em seguida, invalidaria-os pela ausência de um atributo? Qual a importância do primeiro amor neste contexto, em que, ainda que servos preciosos na seara fossem caracterizados por predicados incontestavelmente importantes auto anulam esses valores na ausência do primeiro amor?
 Uma reflexão:
Leia 1 Coríntios 1 ao 13
Assim como há na passagem explicitada de Apocalipse, nesta passagem de Coríntios, novamente temos a enumeração de atributos grandiosos  honrosos com a sucessiva invalidação destes no caso de não ter amor.
Tais atributos não são plenos. O amor é pleno.
Por qual motivo Deus enumera tantos predicados e num só faz com que a carga semântica contida nos enumerados seja anulada na seguinte afirmação “Sem amor, para nada isto vale!”?
Outra reflexão:
Como nós, que somos igreja, temos nossos diversos cargos e estamos nela há tantos anos, estamos tratando/lidando com o primeiro amor dos novos membros?
A resposta para as duas primeiras reflexões é simples.
Cada enumeração dada por Cristo nos atos destes servos, digamos, incompletos, não equivalem ao amor, enfatizando, estes atos, por mais grandiosos que pareçam ser, podem se quer conter amor. Podemos ter grandes ministros na palavra, no louvor, no evangelismo, no teatro, mas, como estes integrantes tratam aqueles que não lhe oferecem vantagem em âmbitos diversos?
Sejamos práticos com interrogatório direto: Como você ministro em geral, líder da dança, teatro,louvor, etc trata com:
O mendigo que cruza seu caminho pela manhã na calçada de sua rua?
O irmão pobre e desarrumado de sua igreja?
Ao jovem de aparência nada atraente que te pede informações?
Ao jovem de aparência nada atrativa que sequer tem coragem de se apresentar a você e aos demais jovens por temor?
Ao novo convertido empolgado pelo primeiro amor?
Ao necessitado, desempregado, que precisa de ajuda e você, podendo fazê-lo como reage?
Como trata ao seu porteiro?
Ao faxineiro do prédio?
Aos seus colegas de faculdade, por mais incrédulos que sejam?
Aos seus vizinhos?
Quem você é quando nínguem o vê?
Quem você é quando seus pais o vê?
Como você trata aos idosos da igreja?

Como você trata aos seus pais?