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quinta-feira, 7 de agosto de 2014





Construção Textual

         Conectivos, conectores, ideias interligadas em uma formante gramemática e lexemática unidas a cadeia fraseológica com intuito de expressar ao leitor exatamente aquilo que é formado na criatividade do escritor contam também com a ajuda da sintaxe, sem a qual a inteligibilidade nas combinações midi e macro seriam objetivos distantes ou mesmo impossíveis.
          Contar somente com o significante sem significado, como muitos políticos em seus discursos lançam mão com o fim de preencher um vácuo sem repasse de informação concreta, se traduz na realização de construções vazias, impossibilitando-os expressar um todo ideológico. Deve-se ter liberdade na formação de frases, mas dentro dos limites da gramaticalidade. Sem a devida articulação sintática, as palavras embolam-se sem passar sentido, tornando-se somente apanhado de termos. Paralelamente, o simples ato de articulação de vocábulos ou frases num todo gramatical, não lhes completa o entendimento necessário.
           Processos sintáticos, como a coordenação e subordinação, estruturam períodos num encadeamento e hierarquização sintática, relacionando ideias ou pensamentos. Para tanto, conta-se também com as conjunções de diversas funções, tais como adição, aproximação e etc.
            Portanto, apropriar-se dos elementos corretos para construção textual é realizar um texto coerente e coesivo, sintaticamente dentro dos parâmetros da norma. Desta forma, expressando-se aquilo que se quer de fato repassar ao interlocutor interessado em nossa escrita. A escolha de palavras com valor morfossintático ideal ao que se quer dizer faz completa diferença na interligação de ideias.


Vanessa de Lira Pereira

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