Construção
Textual
Conectivos, conectores, ideias
interligadas em uma formante gramemática e lexemática unidas a cadeia
fraseológica com intuito de expressar ao leitor exatamente aquilo que é formado
na criatividade do escritor contam também com a ajuda da sintaxe, sem a qual a inteligibilidade
nas combinações midi e macro seriam objetivos distantes ou mesmo impossíveis.
Contar somente com o significante sem
significado, como muitos políticos em seus discursos lançam mão com o fim de
preencher um vácuo sem repasse de informação concreta, se traduz na realização
de construções vazias, impossibilitando-os expressar um todo ideológico. Deve-se ter
liberdade na formação de frases, mas dentro dos limites da gramaticalidade. Sem
a devida articulação sintática, as palavras embolam-se sem passar sentido,
tornando-se somente apanhado de termos. Paralelamente, o simples ato de articulação de
vocábulos ou frases num todo gramatical, não lhes completa o entendimento necessário.
Processos sintáticos, como a
coordenação e subordinação, estruturam períodos num encadeamento e
hierarquização sintática, relacionando ideias ou pensamentos. Para tanto,
conta-se também com as conjunções de diversas funções, tais como adição,
aproximação e etc.
Portanto, apropriar-se dos
elementos corretos para construção textual é realizar um texto coerente e coesivo,
sintaticamente dentro dos parâmetros da norma. Desta forma, expressando-se
aquilo que se quer de fato repassar ao interlocutor interessado em nossa
escrita. A escolha de palavras com valor morfossintático ideal ao que se quer
dizer faz completa diferença na interligação de ideias.
Vanessa de Lira Pereira

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