Vinte oito de abril de dois mil e nove.
Uma data tão somente
Não me fez esquecer,
Algo incondicional que ele conquistou
em meu ser...
E mesmo após
O luto,
conseguiu me fazer reviver
Um príncipe, uma estrela
Num sorriso lindo de doer...
Eu e ele ele eu somente sabíamos
O que tínhamos.
Orando pelo milagre
O Senhor no Manaaim veio
a dizer:
"O que Eu faço hoje amanhã irás entender!"
E eu anseio que este amanhã logo chegue
Por Sua vontade perfeita ser.
Curada sou sim, não me interprete mal...
Mas, faz parte da minha trajetória relembrar...
O que me faz fechar os olhos e suspirar
Pelo que hoje meus olhos não mais podem ver
Não sentir
Não viver...
Tão curada que hoje consigo um tanto escrever, externar, repassar da caneta ao papel
O que sinto, senti...
Mesmo desta mínima porção
Da proporção que tento me deter
O choro de uma criança ele me fez sonhar ter
Mas,
Como sonhar isto hoje
Se na glória foi viver?
Provou que escolheu a mim
E lutou para q isto eu pudesse ver...
O "amanhã" posso não ter percebido ainda
Mas,
Sei que em Deus posso me esconder.
Luís...
...

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